A última aula do Professor Randy Pausch | Lição de Vida
11 05 2008
Categorias : Vídeos
![]() |
O diretor russo Aleksandr Petrov ganhou, em 2000, o Oscar de melhor curta de animação por sua versão do livro O Velho e o Mar, de Ernest Hemingway. Cada quadro parece ter sido feito como uma pintura, individualmente, em uma época em que a animação computadorizada já era bem comum. |
Se você já conhece o livro vai se encantar. Se não conhece, certamente vai querer conhecer para saber o que motivou o diretor a fazer algo tão belo. É tocante como ele conseguiu traduzir as sensações de solidão, calor, água, persistência e luta - que estão no livro - para o mundo das imagens.
Sinopse:
Santiago, um velho pescador cubano que ficara 84 dias sem pescar nada, promete acabar com a sua onda de azar. Sua sorte tem a forma de um merlin gigante, o maior peixe que já pescara. Após três dias de luta com o merlin no Golfo do México, Santiago volta para o porto e a razão de seu combate transformara-se numa carcaça por tubarões.
O velho e o mar - Parte 1
O velho e o mar - Parte 2
Making of
Fonte: http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=2393&catid=17
Esse é um curta do grupo de comédia Monty Phyton. Há muito tempo esse filme circulava pela net, mas sem uma tradução e legendas.
São 15 milhões de visualizações somente deste vídeo do novo grande fenômeno da música mundial, o britânico Paul Potts. Nesta sua primeira audição no programa “Britain´s Got Talent” o inseguro vendedor de celulares gagueja:
- “…auto-confiança sempre foi um problema para mim…”
Note que quando Paul responde a jurada Amanda Holden que tinha ido até ali para cantar ópera, um dos jurados, Simon Philip Cowell, incrédulo como a maioria, não disfarça um leve sorriso irônico acreditando na possibilidade daquele ser mais um “pagador de micos”.
Então Paul, ainda tímido, solta o vozeirão: arrebata e emociona a platéia, aos jurados estupefatos e com certeza vai também deixá-lo com um nó na garganta. Impressionante.
É lógico que assim como Bianca Ryan na versão dos EUA, Paul venceu o programa por unanimidade concorrendo com outros grandes talentos como a menininha Connie Talbot.
Vejam e emocionem-se.
Outros dele….
Mais que Palavras
Dizer eu te amo
Não são apenas as palavras
Que quero ouvir de você
Não é que eu não queira
Que você diga
Mas se você apenas soubesse…
Como seria fácil
Mostrar-me como você se sente
Mais que Palavras
É tudo o que você tem que fazer
Para tornar isso real
Daí você não precisaria dizer
Que você me ama
Porque eu já saberia
O que você faria
Se meu coração se partisse em dois?
Mais que Palavras
Para mostrar o que você sente
Que o seu amor por mim é real
O que você diria
Se eu jogasse aquelas palavras fora?
Daí você não poderia
Fazer coisas novas,
Apenas dizendo “EU TE AMO”
Mais que palavras
Mais que palavras
Agora que tentei
Falar com você
E fazer você entender
Tudo o que você tem que fazer
É fechar seus olhos
E só estender suas mãos
E me tocar
Me abraçar apertado
Não me deixa nunca ir embora
Mais que Palavras
É tudo o que eu sempre
Precisei que você mostrasse
Daí você não precisaria dizer
Que me ama
Porque eu já saberia!
Quem me conhece já me viu cantarolando um trechinho dessa música por todo canto:
“Você foi!
O caso mais antigo
O amor mais amigo, que me apareceu…”
Você foi!
O maior dos meus casos
De todos os abraços
O que eu nunca esqueci
Você foi!
Dos amores que eu tive
O mais complicado
E o mais simples prá mim…
Você foi!
O maior dos meus êrros
A mais estranha história
Que alguém já escreveu
E é por essas e outras
Que a minha saudade
Faz lembrar
De tudo outra vez…
Você foi!
A mentira sincera
Brincadeira mais séria
Que me aconteceu
Você foi!
O caso mais antigo
O amor mais amigo
Que me apareceu…
Das lembranças
Que eu trago na vida
Você é a saudade
Que eu gosto de ter
Só assim!
Sinto você bem perto de mim
Outra vez…
Me esqueci!
De tentar te esquecer
Resolvi!
Te querer, por querer
Decidi te lembrar
Quantas vezes
Eu tenha vontade
Sem nada perder…
Ai!
Você foi!
Toda a felicidade
Você foi a maldade
Que só me fez bem
Você foi!
O melhor dos meus planos
E o pior dos enganos
Que eu pude fazer…
Das lembranças
Que eu trago na vida
Você é a saudade
Que eu gosto de ter
Só assim!
Sinto você bem perto de mim
Outra vez….
Eu desço dessa solidão
espalho coisas sobre um chão de giz
há meros devaneios tolos a me torturar
fotografias recortadas em jornais de folhas,
amiúde,
eu vou te jogar
num pano de guardar confetes
eu vou te jogar
num pano de guardar confetes.
disparo balas de canhão, é inútil pois
existe um grão-vizir
há tantas violetas velhas
sem um colibri
queria usar quem sabe
uma camisa de força, ou de vênus….
mas não vou gozar de nós
apenas um cigarro
nem vou lhe beijar
gastando assim o meu batom.
agora pego um caminhão
na lona vou a nocaute outra vez
pra sempre fui acorrentado
no seu calcanhar
meus vinte anos de ¨boy¨
¨that’s over baby¨ - freud explica
não vou me sujar
fumando apenas um cigarro
nem vou lhe beijar
gastando assim o meu batom.
quanto ao pano dos confetes
já passou meu carnaval
e isso explica porque o sexo
é assunto popular.
no mais estou indo embora
no mais estou indo embora…
Interpretações
Vejo que é fã do Zé Ramalho, também sou!
Toda música complicada , no fundo tem um chifre.
Acho que ele ta numa solidão , vai ao fundo do poço, desce a um local que suja ( chão de giz)rasga as lembranças da amada em pedacinhos amiúde(no seu coração tenta difratar , triturar o seu sentimento) e vai jogar tudo pro ar ., (igual confetes) , da de cara com sentimentos fortes e acaba se arrebentando , por isso diz que vai a nocaute. Tenta reagir , (tiro de canhão ) não consegue.
“Há tantas violetas velhas sem um colibri (imagina que pode viver só , não precisa dela(e))
Usar camisa de força ( teme em não se entregar novamente, não quer procura-la(o), prefere se prender a alguma coisa para que isso não aconteça)
Fuma um cigarro é sinônimo de obscuro , noite negra , desconsolo, solidão. É um pequeno momento que dura uma conversa, o tempo de fumar um cigarro
Acorrentado no calcanhar há muito anos ( não entende o porque foi preso aquele amor por tanto tempo, por isso fala que Freud explica)
Não vai mais procurar o amado ou a amada , “gastar o batom no beijo”( não valer a pena o reencontro) , toma uma decisão de jogar tudo pro ar, “ quanto ao pano de jogar confetes , o carnaval acabou”(tudo acabou decidiu dar fim aquele amor , o tempo já passou , já era) e diz ta indo embora.
O sexo é assunto popular ( desilusão com o relacionamento, era apenas homem e mulher , o amor é coisa imaginária, pensa o autor)
Essa letra me parece mais direcionada a desilusão amorosa de uma mulher em relação a um homem.
Como fosse um par que nessa valsa triste se desenvolvesse
ao som dos bandolins e como não
E por que não dizer
que o mundo respirava mais se ela apertava assim seu colo
E como se não fosse um tempo
Em que já fosse impróprio se dançar assim
Ela teimou e enfrentou o mundo se rodopiando ao som dos bandolins
Como fosse um lar seu corpo a valsa triste
Iluminava e a noite caminhava assim
E como um par o vento e a madrugada iluminavam a fada do meu botequim
Valsando como valsa uma criança que entra na roda a noite tá no fim,
E ela valsando só na madrugada
Se julgando amada ao som dos bandolins
[Oswaldo Montenegro]
Wish you were here
Queria que Você Estivesse Aqui
Então, então você acha
que consegue distinguir
O céu do inferno
Céus azuis da dor
Você consegue distinguir
um campo verde
de um frio trilho de aço?
Um sorriso de um véu?
Você acha que consegue distinguir?
Fizeram você trocar
Seus heróis por fantasmas?
Cinzas quentes por árvores?
Ar quente por uma brisa fria?
Conforto frio por mudança?
Você trocou
Um papel de coadjuvante na guerra
Por um papel principal numa cela?
Como eu queria
Como eu queria que você estivesse aqui
Somos apenas duas almas perdidas
Nadando num aquário
Ano após ano
Correndo sobre este mesmo velho chão
O que encontramos?
Os mesmos velhos medos
Queria que você estivesse aqui
Solidão,o caminho que voce escolheu
Um caminho de tristezas sem volta
Um dia voce encontrará sua luz novamente
Voce não sabe
Não deixe ir embora essa força
Siga seu coração
Deixe seu amor o conduzir através da escuridão
Volte para o lugar que voce conheceu
Eu acredito,eu acredito,eu acredito em voce
Siga seus sonhos
Seja a si mesma um anjo de bondade
Não há nada que voce não possa fazer
Eu acredito,eu acredito,eu acredito em voce
Voce será a si mesmo o único
Com o coração aberto ao universo
Prossiga sua procura
Sem olhar para trás
Não espere que o dia se vá
Seja seu guia
Vá até o sonho que voce carrega
Um dia voce se lembrará
Se voce acreditar,se voce acreditar,se voce acreditar em voce
Seja sua luz
E não deixe apagar essa chama que voce carrega
No fundo voce se lembrará
Que eu acredito,que eu acredito,que eu acredito em voce
Algum dia eu encontrarei voce
Algum dia voce me encontrará também
E quando nos abraçarmos
Eu saberei que isso é verdade
Em espanhol
Em italiano
O que um cantor cego pode fazer vai além do que pode-se ver…
Pueblo mio, que estas en la colina
tendido como un viejo que se muere
la pena, el abandono, son tu triste compañia
pueblo mio te dejo sin alegria.
Que sera, que sera, que sera
que sera de mi vida, que sera
si se mucho o no se nada
ya mañana se vera, y sera
sera, sera lo que sera.
Ya mis amigos, se fueron casi todos
y los otros partiran despues que yo.
Lo siento porque amaba su agradable compañia
mas es mi vidaÖ.tengo que marchar.
Que sera, que sera, que sera
que sera, de mi vida que sera
en las noches mi guitarra dulcemente sonara
y una niña de mi pueblo llorara.
Amor mio me llevo tu sonrisa
que fue la fuente de mi amor primero
amor te lo prometo, como y cuando no lo se
mas se tan solo que regresare.
“Paroles, paroles”, da Dalida com o Alain Delon, é uma daquelas músicas que minha mãe canta desde que me entendo por gente…
Pô, eu pensava que a Dalida era parisiense “da gema”, mas na verdade era egípcia. Ela foi inclusive Miss Egito e quando adolescente morava do lado do Omar Sharif, num bairro pobre do Cairo. E era filha de italianos.
“Paroles, paroles“
(Michaele / M. Chiosso / G. Ferrio)
Alain Delon:
C’est étrange,
(É estranho)
Je n’sais pas ce qui m’arrive ce soir,
(Não sei o que me acontece essa noite)
Je te regarde comme pour la première fois.
(Eu te olho como se te visse pela primeira vez)
Dalida:
Encore des mots toujours des mots
(Somente palavras, sempre palavras)
Les mêmes mots
(As mesmas palavras)
Alain Delon:
Je n’sais plus comme te dire
(Eu não sei mais como te dizer)
Dalida:
Rien que des mots
(Nada mais que palavras)
Alain Delon:
Mais tu es cette belle histoire d’amour…
(Mas você é essa bela história de amor..)
Que je ne cesserai jamais de lire.
(Que eu não pararei nunca de ler)
Dalida:
Des mots faciles des mots fragiles
(Palavras fáceis, palavras frágeis)
C’était trop beau
(Era tão bonito)
Alain Delon:
Tu es d’hier et de demain
(Você é de ontem, de amanhã,)
Dalida:
Bien trop beau
(Muito lindo)
Alain Delon:
De toujours ma seule vérité.
(De sempre a minha única verdade)
Dalida:
Mais c’est fini le temps des rêves
(Porém chegou o fim do tempo de sonhar)
Les souvenirs se fanent aussi
(As lembranças murcham também)
Quand on les oublie
(Quando as esquecemos)
Alain Delon:
Tu es comme le vent qui fait chanter les violons
(Você é como o vento que faz cantar os violões)
Et emporte au loin le parfum des roses.
(E leva ao longe o perfume das rosas)
Dalida:
Caramels, bonbons et chocolats
(Caramelos, bombons e chocolates)
Alain Delon:
Par moments, je ne te comprends pas.
(Por instantes, não entendo você)
Dalida:
Merci, pas pour moi
(Obrigada, não para mim)
Mais tu peux bien les offrir à une autre
(Mas você pode muito bem oferecê-las a outra)
Qui aime le vent et le parfum des roses
(Que goste de vento e perfume de rosas)
Moi, les mots tendres enrobés de douceur
(Quanto a mim, as palavras meigas envolvidas de doçura)
Se posent sur ma bouche mais jamais sur mon ceur
(Podem ficar na minha boca, mas nunca no meu coração)
Alain Delon:
Une parole encore!
(Apenas uma palavra!)
Dalida:
Parole, parole, parole
(Conversa, conversa, conversa)
Alain Delon:
Ecoute-moi.
(Me escuta)
Dalida:
Parole, parole, parole
(Conversa, conversa, conversa)
Alain Delon:
Je t’en prie.
(Eu te imploro)
Dalida:
Parole, parole, parole
(Conversa, conversa, conversa)
Alain Delon:
Je te jure.
(Eu te juro)
Dalida:
Parole, parole, parole, parole, parole
(Conversa, conversa…)
Encore des paroles que tu sèmes au vent
(Somente palavras que você joga no vento)
Alain Delon:
Voilà mon destin te parler…
(É esse o meu destino, te falar…)
Te parler comme la première fois.
(Te falar como da primeira vez)
Dalida:
Encore des mots toujours des mots
(Somente palavras, sempre palavras)
Les mêmes mots
(As mesmas palavras)
Alain Delon:
Comme j’aimerais que tu me comprennes.
(Como eu adoraria que você me entendesse)
Dalida:
Rien que des mots
(Nada mais que palavras)
Alain Delon:
Que tu m’écoutes au moins une fois.
(Que você me ouvisse pelo menos uma vez)
Dalida:
Des mots magiques des mots tactiques
(Palavras mágicas, palavras táticas)
Qui sonnent faux
(Que soam falsas)
Alain Delon:
Tu es mon rêve défendu.
(Você é meu sonho proibido)
Dalida:
Oui, tellement faux
(Sim, tão falsas)
Alain Delon:
Mon seul tourment et mon unique espérance.
(Meu exclusivo tormento e minha única esperança)
Dalida:
Rien ne t’arrête quand tu commences
(Nada te impede quando você começa)
Si tu savais comme j’ai envie
(Se você soubesse como eu desejo)
D’un peu de silence
(Um pouco de silêncio)
Alain Delon:
Tu es pour moi la seule musique…
(Você é para mim a única música…)
Qui fit danser les étoiles sur les dunes
(Que faz dançar as estrelas sobre as dunas)
Dalida:
Caramels, bonbons et chocolats
(Caramelos, bombons e chocolates)
Alain Delon:
Si tu n’existais pas déjà… je t’inventerais.
(Se você já não existisse… eu te inventaria)
Dalida:
Merci, pas pour moi
(Obrigada, não para mim)
Mais tu peux bien les offrir à une autre
(Porém você pode muito bem oferecê-las a uma outra)
Qui aime les étoiles sur les dunes
(Que goste das estrelas sobre as dunas)
Moi, les mots tendres enrobés de douceur
(Quanto a mim, as palavras meigas envolvidas de doçura)
Se posent sur ma bouche mais jamais sur mon ceur
(Ficam sobre minha boca mas nunca sobre meu coração)
Alain Delon:
Encore un mot juste une parole
(Só uma palavra, somente conversa)
Dalida:
Parole, parole, parole
(Conversa, conversa, conversa)
Alain Delon:
Ecoute-moi!
(Me escuta!)
Dalida:
Parole, parole, parole
(Conversa, conversa, conversa)
Alain Delon:
Je t’en prie!
(Eu imploro!)
Dalida:
Parole, parole, parole
(Conversa, conversa, conversa)
Alain Delon:
Je te jure!
(Eu juro!)
Dalida:
Parole, parole, parole, parole, parole
(Conversa, conversa…)
Encore des paroles que tu sèmes au vent
(Somente palavras que você joga ao vento)
Alain Delon:
Que tu es belle!
(Que você é bonita!)
Dalida:
Parole, parole, parole
(Conversa, conversa, conversa)
Alain Delon:
Que tu est belle!
(Que você é bonita!)
Dalida:
Parole, parole, parole
(Conversa, conversa, conversa)
Alain Delon:
Que tu es belle!
(Que você é bonita!)
Dalida:
Parole, parole, parole
(Conversa, conversa, conversa)
Alain Delon:
Que tu es belle!
(Que você é bonita!)
Dalida:
Parole, parole, parole, parole, parole
(Conversa, conversa…)
Encore des paroles que tu sèmes au vent
(Somente palavras que você joga ao vento)