12 05 2008

Bruna:

Olá Cristian,

Amei o blog!

· “Os principais males que atacam o homem vêm da ignorância.”

Ele estava 100% certo!

Contribuição:

“Eu vi
Vi um homem chorar porque lhe negaram o direito de usar três letras do alfabeto para fins políticos. Vi uma mulher beber champanha porque lhe deram esse direito negado ao outro. Vi um homem rasgar o papel em que estavam escritas as três letras, que ele tanto amava. Como já vi amantes rasgarem retratos de suas amadas, na impossibilidade de rasgarem as próprias amadas.
Vi homicídios que não se praticaram mas foram autênticos homicídios: o gesto no ar, sem conseqüência, testemunhava a intenção. Vi o poder dos dedos. Mesmo sem puxar gatilho, mesmo sem gatilho a puxar, eles consumaram a morte em pensamento.

Vi a paixão e todas as suas cores. Envolta em diferentes vestes, adornada de complementos distintos, era o mesmo núcleo desesperado, a carne viva; E vi danças festejando a derrota do adversário, e cantos e fogos. Vi o sentido ambíguo de toda festa. Há sempre uma antifesta ao lado, que não se faz sentir, e dói para dentro.
A política, vi as impurezas da política recobrindo sua pureza teórica. Ou o contrário… Se ela é jogo, como pode ser pura?… Se ela visa o bem geral, por que se nutre de combinações e até de fraude? Vi os discursos…”
Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 15 de maio de 1980, Caderno B. P. 1

Carlos Drummonde de Andrade, á Brizola.




Reclamar com Espalhafato

12 01 2008

Pelo facto de uma situação de crise (por exemplo, os vícios de uma administração, a corrupção e o favoritismo em agremiações políticas ou eruditas) ser descrita com forte exagero, essa descrição perde, na verdade, o seu efeito junto das pessoas sensatas, mas actua tanto mais fortemente sobre as que o não são (as quais teriam permanecido indiferentes ante uma exposição bem comedida). Como estas, porém, constituem uma significativa maioria e albergam em si uma maior força de vontade e um gosto mais impetuoso pela acção, esse exagero torna-se pretexto para inquéritos, punições, promessas, reorganizações. É nessa medida que é rentável descrever situações críticas em termos exagerados.

Friedrich Nietzsche, in ‘Humano, Demasiado Humano’




Não estou entendendo essa nova esquerda?? Marilena Chauí

5 09 2007

Carta de Marilena Chaui aos seus alunos
São Paulo, 31 de agosto de 2005

Prezados alunos, Soube, por alguns colegas professores, que muitos de vocês estão intrigados ou perplexos com meu suposto “silêncio”. Digo suposto porque, como lhes mostrarei a seguir, essa imagem foi construída pelos meios de comunicação, particularmente pela imprensa. Na verdade, tenho falado bastante em vários grupos de discussão política que se formaram pelo país, mas tenho evitado a mídia e vou lhes dizer os motivos. Antes de fazê-lo, porém, quero fazer algumas observações gerais.1. vocês devem estar lembrados de que, durante o segundo turno das eleições presidenciais, a mídia (imprensa, rádio e televisão) afirmava que Lula não iria poder governar por causa dos radicais do PT, isto é, pessoas como Heloisa Helena, Babá e Luciana Genro. Você não acham curioso que, de meados de 2003 e sobretudo hoje, essas pessoas tenham sido transformadas pela mesma mídia em portadores da racionalidade e da ética, verdadeiros porta-vozes de um PT que foi traído e que teria desaparecido? Como indagava o poeta: “mudou o mundo ou mudei eu?”. Ou deveríamos indagar: a mídia é volúvel ou possui interesses muito claros, instrumentalizando aqueles podem servi-los conforme soprem os ventos?2. vocês devem estar lembrados de que, desde os primeiros dias do governo Lula, uma parte da mídia, manifestando preconceito de classe, afirmava que, o presidente da república, não tendo curso universitário nem sabendo falar várias línguas, não tinha competência para governar? Cansando dessa tecla, que não surtia resultado, passou-se a ironizar e criticar os discursos de Lula e seus improvisos. Não tendo isso dado resultado, passou-se a falar o populismo presidencial, isto é, a forma arcaica do governo. Como isso também não deu resultado, passou-se a falar num país à beira da crise, alguns chegando a dizer que estávamos numa situação parecida com a de março de 1964 e, portanto, às vésperas de um golpe de Estado! Como o golpe não veio (ele veio agora, sob a forma de um golpe branco), passou-se a falar em crise do governo (as divergências entre Pallocci e Dirceu) e em crise do PT (as divergências entre as tendências). Penso que um dos pontos altos dessa seqüência foi um artigo de um jornalista que dizia que, na arma do policial que matou o brasileiro em Londres, estava a impressão digital de Lula, pois não criando empregos, forçara a emigração! Além de delirante, a afirmação ocultava: a) que aquele brasileiro estava na Inglaterra há cinco anos (emigrou durante o governo FHC); b) estavam publicados os dados de crescimento do emprego no Brasil nos últimos dois anos. Eu poderia prosseguir, mas creio ser suficiente o que mencionei para que se perceba que estamos caminhando sobre um terreno completamente minado. 3. as duas primeiras observações me conduzem a uma terceira, que julgo a mais importante. Vocês sabem que, entre os princípios que norteiam a vida democrática, o direito à informação é um dos mais fundamentais. De fato, na medida em que a democracia afirma a igualdade política dos cidadãos, afirma por isso mesmo que todos são igualmente competentes em política. Ora, essa competência cidadã depende da qualidade da informação cuja ausência nos torna politicamente incompetentes. Assim, esse direito democrático é inseparável da vida republicana, ou seja, da existência do espaço público das opiniões. Em termos democráticos e republicanos, a esfera da opinião pública institui o campo público das discussões, dos debates, da produção e recepção das informações pelos cidadãos. E um direito, como vocês sabem, é sempre universal, distinguindo-se do interesse, pois este é sempre particular. Ora, qual o problema? Na sociedade capitalista, os meios de comunicação são empresas privadas e, portanto, pertencem ao espaço privado dos interesses de mercado; por conseguinte, não são propícios à esfera pública das opiniões, colocando para os cidadãos, em geral, e para os intelectuais, em particular, uma verdadeira aporia, pois operam como meio de acesso à esfera pública, mas esse meio é regido por imperativos privados. Em outras palavras, estamos diante de um campo público de direitos regido por campos de interesses privados. E estes sempre ganham a parada. Apesar de tudo o que lhes disse acima, fiz, como os demais (no mundo inteiro, aliás), uso dos meios de comunicação, consciente dos limites e dos problemas envolvidos neles e por eles. Exatamente por isso, hoje, vocês perguntam por que não os usei para discutir a difícil conjuntura brasileira. Tenho quatro motivos principais para isso.
O primeiro, é de ordem estritamente pessoal. Os que fizeram meu curso no semestre passado sabem que mal pude ministrá-lo em decorrência do gravíssimo problema de saúde de minha mãe. Aos 91 anos, minha mãe, no dia 24 de fevereiro, teve um derrame cerebral hemorrágico, permaneceu em coma durante dois meses e, ao retornar à consciência, estava afásica, hemiplégica, com problemas renais e pulmonares. De fevereiro ao início de junho, permaneci no hospital, fazendo-lhe companhia durante 24 horas. Cancelei todos os meus compromissos nacionais e internacionais, não participei das atividades do ano Brasil-França, não compareci às reuniões do Conselho Nacional de Educação, não participei das reuniões mensais do grupo de discussão política e não prestei atenção no que se passava no país. Assim, na fase inicial da crise política, eu não tinha a menor condição, nem o desejo, de me manifestar publicamente. O segundo motivo foi, e é, a consciência da desinformação. Vendo algumas sessões das CPIs e noticiários de televisão, ouvindo as rádios e lendo jornais, dava-me conta do bombardeio de notícias desencontradas, que não permitiam formar um quadro de referência mínimo para emitir algum juízo. Além disso, pouco a pouco, tornava-se claro não só que as notícias eram desencontradas, mas que também eram apresentadas como surpresas diárias: o que se imaginava saber na véspera era desmentido no dia seguinte. Mas não só isso. Era também possível observar, sobretudo no caso dos jornais e televisões, que as manchetes ou “chamadas” não correspondiam exatamente ao conteúdo da notícia, fazendo com que se desconfiasse de ambos. A desinformação (como disse alguém outro dia: “da missa, não sabemos a metade”), não permitindo análise e reflexão, pode levar a opiniões levianas, num momento que não é leve e sim grave.Além disso, a notícia já é apresentada como opinião, em lugar de permitir a formação de uma opinião. Por isso mesmo, a forma da notícia tornou-se assustadora, pois indícios e suspeitas são apresentados como evidências, e, antes que haja provas, os suspeitos são julgados culpados e condenados. Esse procedimento fere dois princípios afirmados em 1789, na Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, quais sejam, todo cidadão é considerado inocente até prova em contrário e ninguém poderá ser condenado por suas idéias, mas somente por seus atos. Ora, vocês conhecem o texto de Hegel, na Fenomenologia do Espírito, sobre o Terror (em 1793), isto é, a transformação sumária do suspeito em culpado e sua condenação à morte sem direito de defesa, morte efetuada sob a forma do espetáculo público. Essa perspectiva, como vocês também sabem, é também desenvolvida por Arendt e Lefort a respeito dos totalitarismos e seus tribunais, e para isso ambos enfatizam, na Declaração de 1789, o princípio referente à não criminalização das idéias, assinalando que nos regimes totalitários a opinião dissidente é tratada como crime. Assim, na presente circunstância brasileira, a impressão geral deixada pela mídia é da mescla de espetáculo e terror, tornando mais difícil do que já era manifestar idéias e opiniões nela e por meio dela. Meu terceiro motivo será compreendido por vocês quando lerem os artigos de jornal que inseri no final desta carta. Um artigo foi escrito antes da posse de Lula, alertando para o risco de uma “transição”, isto é, um acordo com o PSDB. Os outros dois foram escritos em 2004, quando do “caso Waldomiro”. Ambos insistem na necessidade urgente da reforma política. Os fatos atuais (ou o que aparece como fato) não modificam em nada o que escrevi há quase um ano, pelo contrário, reforçam o que havia dito e por isso não vi razão para voltar a escrever, pois eu escreveria algo ridículo, do tipo: “Como já escrevi no dia tal em tal lugar…”. Ou seja, se meu segundo motivo me leva a considerar que não há a menor condição para opinar no varejo sobre cada fato ou notícia, o meu terceiro motivo é que, no que toca ao problema de fundo, já me manifestei publicamente. Resta o quarto motivo. Aqui, há duas ordens diferentes de fatos que penso ser necessário apresentar. A primeira, se refere ao ciclo “O silêncio dos intelectuais”; a segunda, à atitude da mídia. Há 20 anos, Adauto Novais organiza anualmente ciclos internacionais de conferências e debates sobre temas atuais. Sempre com um ano de antecedência, Adauto se reúne com alguns amigos para discutir e decidir o tema do ciclo. Participo desse grupo de discussão. Em abril de 2004, quando nos reunimos para decidir o ciclo de 2005, alguns membros do grupo (entre os quais, eu) preparavam-se para um colóquio, na França, cujo tema era “Fim da política?”, outros iam participar de um seminário, nos Estados Unidos, sobre o enclausuramento dos intelectuais nas universidades e centros de pesquisa, e outros iniciavam os preparativos para a comemoração do centenário de Sartre, símbolo do engajamento político dos intelectuais. Nesse ambiente, acabamos propondo que o ciclo discutisse a figura contemporânea do intelectual e Adauto propôs como título “O silêncio dos intelectuais”. Uma vez feitos os convites nacionais e internacionais aos conferencistas, recebidas as ementas e organizada a infra-estrutura, Adauto fez o que sempre faz: com muitos meses de antecedência, conversou com jornalistas, passou-lhes as ementas, explicou o sentido e a finalidade do ciclo. Ou seja, no início de 2005, a imprensa tinha conhecimento do ciclo e de seu título. E eis que, de repente, não mais que de repente, durante a crise política, alguns falaram do “silêncio dos inocentes”, referindo-se aos intelectuais petistas! Curiosa escolha de título para uma matéria jornalística… Veio assim, sem mais nem menos, por pura inspiração. Mais curiosa ainda foi essa escolha, se se considerar que, ao longo de 2005, praticamente todos os intelectuais petistas (talvez com exceção de Antônio Cândido e de mim) se manifestaram em artigos, entrevistas, programas de rádio e de televisão!!! Onde o silêncio? Como eu lhes disse, notícias são produzidas sem ou contra os fatos. E com as notícias vieram as versões e opiniões, os julgamentos sumários e as desqualificações públicas, culminando no tratamento dado ao ciclo, quando este se iniciou. A mídia decidiu que o ciclo se referia aos intelectuais petistas, apesar de saber que fora pensado em 2004, de ler as ementas, de haver participantes que não são petistas, para nem falar dos conferencistas estrangeiros. O ciclo virou espetáculo. Uma revista afirmou que, entre os patrocinadores (MINC, Petrobrás e SESC), estavam faltando os Correios. Uma outra afirmou que os participantes eram intelectuais do tipo “porquinho prático” (não explicou o que isso queria dizer). Um jornal colocou a notícia da primeira conferência (a minha) no caderno de política, sob a rubrica “Escândalo do Mensalão”, com direito a foto. Etc.. A segunda ordem de fatos está diretamente relacionada comigo. Quando publiquei o artigo sobre o “caso Waldomiro”, um jornalista escreveu uma coluna na qual me dirigiu todo tipo de impropérios e usou expressões e adjetivos com que me desqualificava como pessoa, mulher, escritora, professora e intelectual engajada. Não respondi. Apenas escrevi o segundo artigo, sobre a reforma política, e dei por encerrada minha intervenção pública por meio da imprensa. A partir de então, além de não publicar artigos em jornais, decidi não dar entrevistas a jornais, rádios e televisões (dei entrevistas quando tomei posse no Conselho Nacional de Educação porque julgo que, numa república, alguém indicado para um posto público precisa prestar contas do que faz, mesmo que o meios disponíveis para isso não sejam os que escolheríamos). A seguir, veio a doença de minha mãe e, depois, a crise política como espetáculo.No entanto, paradoxalmente, não fiquei fora da mídia: houve, por parte de jornais, revistas, rádios e televisões, solicitações diárias de entrevistas e de artigos; a matéria jornalística “O silêncio dos inocentes”, não tendo obtido entrevista minha, citava trechos de meus antigos artigos de jornal; matérias jornalísticas sobre o PT e sobre os intelectuais petistas traziam, via de regra, uma foto minha, mesmo que nada houvesse sobre mim na notícia.Finalmente, quando se iniciou o ciclo sobre o silêncio dos intelectuais, um jornal estampou minha foto, colocou em maiúsculas NÃO FALO (resposta que dei a um jornalista que queria uma entrevista quando da reunião dos intelectuais petistas com Tarso Genro, em São Paulo) e o colunista concluía a matéria dizendo que o silêncio dos intelectuais petistas era, na verdade, o silêncio de Marilena Chaui, o qual seria rompido com a conferência. Resultado: jornais e revistas, com fotos minhas, não deram uma linha sequer sobre a conferência, mas pinçaram trechos dos debates, sem mencionar as perguntas nem dar por inteiro as respostas e seu contexto, transformando em discurso meu um discurso que não proferi tal como apresentado. E entrevistaram tucanos (até as vestais da República, Álvaro Dias e Artur Virgílio!!!), pedindo opinião sobre o que decidiram dizer que eu disse! E os entrevistados opinaram!!! Num jornal do Rio de Janeiro e num de São Paulo, FHC disse uma pérola, declarando que por não entender de Espinosa, não fala nem escreve sobre ele e que eu, como não entendo de política, não deveria falar sobre o assunto. Como vocês podem notar, o princípio democrático, segundo o qual todos os cidadãos são politicamente competentes, foi jogado no lixo.Qual é o sentido disso? Deixo de lado o fato de ser mulher, intelectual e petista (embora isso conte muitíssimo), para considerar apenas o núcleo da relação estabelecida comigo. A mídia está enviando a seguinte mensagem: somos onipotentes e fazemos seu silêncio falar. Portanto, fale de uma vez! É uma ordem, uma imposição do mais forte ao mais fraco. Não é uma relação de poder e sim de força. Vocês sabem que a diferença entre a ordem humana, a ordem física e a ordem biológica (para usar expressões de Merleau-Ponty) decorre do fato de que as duas últimas são ordens de presença enquanto a primeira opera com a ausência. As leis físicas se referem às relações atuais entre coisas; as normas biológicas se referem ao comportamento adaptativo com que o organismo se relaciona com o que lhe é presente; mas a ordem humana é a do simbólico, ou seja, da capacidade para relacionar-se com o ausente. É o mundo do trabalho, da história e da linguagem. Somos humanos porque o trabalho nega a imediateza da coisa natural, porque a consciência da temporalidade nos abre para o que não é mais (o passado) e para o que ainda não é (o futuro), e porque a linguagem, potência para presentificar o ausente, ergue-se contra nossa violência animal e o uso da força, inaugurando a relação com o outro como intersubjetividade. Num belíssimo ensaio sobre “A experiência limite”, Blanchot marca o lugar preciso em que emerge a violência na tortura de um ser humano. A violência não está apenas nos suplícios físicos e psíquicos a que é submetido o torturado; muito mais profundamente ela se encontra no fato horrendo de que o torturador quer forçar o torturado a lhe dar o dom mais precioso de sua condição humana: uma palavra verdadeira. NÃO FALO.Vocês já leram La Boétie. Sabem que a servidão voluntária é o desejo de servir os superiores para ser servido pelos inferiores. É uma teia de relações de força, que percorrem verticalmente a sociedade sob a forma do mando e da obediência. Mas vocês se lembram também do que diz La Boétie da luta contra a servidão voluntária: não é preciso tirar coisa alguma do dominador; basta não lhe dar o que ele pede. NÃO FALO. A liberdade não é uma escolha entre vários possíveis, mas a fortaleza do ânimo para não ser determinado por forças externas e a potência interior para determinar-se a si mesmo. A liberdade, recusa da heteronomia, é autonomia. Falarei quando minha liberdade determinar que é chegada a hora a vez de falar.




Lula na Desciclopédia

30 08 2007

 

Mastigoteuthis flammea

Ordem 39º Presidente (Brasil)
Período 1 de Janeiro de 2003
1 de Janeiro de 2011
Vice-Presidente José Alencar
Predecessor Fernando Henrique Cardoso
Sucessor Marcola
Nascimento 31 de fevereiro de 1940
Caruaru, Pernambuco
Primeira-dama Dona Marisa
Partido político PT

Coxadinha Boa, Companheiro

 

 

Coxadinha Boa, Companheiro

 

Djo foi rebelde companhero!Nunca antef na hiftória deffe pa�f fe fez uma banda de múvica como efta!

 

Djo foi rebelde companhero!Nunca antef na hiftória deffe paíf fe fez uma banda de múvica como efta!

 

O futuro do Brasil está nas mãos desse homem

 

O futuro do Brasil está nas mãos desse homem

Já comi , adoro frutas do mar
Carla Perez sobre Lula
É uma cilada, Bino!
Pedro sobre Lula na presidência
Hum…exótico para meu novo filme
Vivi Fernandez sobre Lula
Yup ip upti yep ip iep
Primo Itt sobre Lula
Está na minha lista, depois do Bush e muitos outros…
Chuck Norris sobre Lula
Pur que féquifo é uma coiva que quave todo mundo góifta
Lula sobre Féquifo
Que burro…Que burrico…Que idiota…
Chaves sobre Lula
Você traiu o Movimento dos Sem-Terra, véio!
Dado Dolabella sobre Lula
Vagabundo, Vagabundo!!!!!!!
Kassab sobre Lula
Só sei que nada sei!
Lula sobre Lula
U cão foi quem butô pra nóis bebê
Jeremias sobre Lula
Eu tenho medo do Lula
Regina Duarte sobre Lula
Deixa o homem trabalhar!
Lula sobre Lula
Eu não sei de nada!
Seu Madruga sobre 14 meses de aluguel atrasados
Nhem-nhem, nhem-nhem-nhem
Fernando Henrique Cardoso sobre o governo de Lula e as implicações macroeconômicas em artigo científico publicado no Financial Times
Golpeeeeeeeeeeeef do Mensalãof!
Luis Inácio de Lula sobre seu ataque
Euf não seif de nadaf!
Luis Inácio de Lula sobre depois de aplicar o seu ataque
Há cada vez mais crianças trabalhando
Alguém sobre crianças trabalhando
Estamos acabando com o desemprego
Lula em resposta à afirmação anterior
De onde veio o dinheiro do dossiê?
Alckmin sobre Lula, única frase usada no debate
Tireif do cu!Cara chato…
Lula sobre Geraldo Alckmin, sobre sua “caixa forte”
Luiz Inácio vagabundo, fiá da puta!
Rogério Skylab sobre Lula
Meu nome é ENEIAS!!!!!!!!!!
Eneias sobre Lula
This is SPARTA!!!
Leonidas sobre Lula
Quer um dedinho emprestado?
Daniella Cicarelli sobre Lula
Izto non ecziste!!
Padre Quevedo sobre Lula
Na União Soviética, o Lula vota em VOCÊ!!!
Reversal Russa sobre Lula
Viram? Acertei!!
Nostradamus sobre Lula
ôoooh Lula, me derrrra Matá Míu…
Jeremias sobre Lula
Lula pode ser ao mesmo tempo um sapo barbudo ou um molusco amigo do polvo e cheio de tentáculos. Além de amigo do polvo é amigo do povo também. Lula é o mais burro menos inteligente dos presidentes do Brasil (afinal, ele nunca sabe de nada).

 

Discurso de Lula para Bush

 

Discurso de Lula para Bush

 

Tamanho do nabo

 

Tamanho do nabo

 

 

Lula: “Quem foi o engrafadinho que botou efa placa aqui?”

Lula acha que é a reencarnação de Tibério Cesar, seguido por positivistas que pregam entre outras coisas que o presidente Lula é também a reencarnação de Getúlio Vargas. Segundo consta em alguns estudos, a barba de Lula esconde cicatrizes de uma operação plástica muito mal realizada, que, esconderia o sua verdadeira face, ou seja, esconde o próprio “Che” Guevara, que havia sido posto numa câmara criogênica em Cuba.

Tabela de conteúdo

[esconder]

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Origem

 

Lula no seu grau et�lico padrão.

 

Lula no seu grau etílico padrão.

Retirante do Nordeste, saiu com 15 anos do sertão de Pernambuco, rumo à São Paulo para trabalhar de pedreiro. Como não tinha nem o primário completo, foi trabalhar como ajudante auxiliar de encanador, numa fábrica no ABC Paulista.

Não gostando muito de trabalhar, se engajou logo após sua contratação na fábrica de fogões Dako na vagabundagem luta sindical. Afinal, sindicalista gosta mesmo é de reclamar e fazer baderna.

Chegou a presidente do Sindicato dos Encanadores Analfabetos do Brasil, onde arquitetou cerca de 320 greves em quatro anos, virando ídolo dos vagabundos trabalhadores.

Dizem também que foi um torneiro mecânico do pior tipo. Ao tentar cortar um cano, levou junto um dedo inteiro. Testemunhas dizem que só dois dias depois percebeu porque diabos o cano tava inteiro.

Depois do sindicalismo, com o apoio e o voto dos seus semelhantes, garantiu uma cadeira de deputado em Brasília. Aí mesmo que ele decidiu que nunca mais trabalharia na vida.

Denominação

 

Lula governando. Daqui não faio, daqui ninguém me tira.

 

Lula governando. Daqui não faio, daqui ninguém me tira.

O nome muito citado pela Rede Glóbulo de Televisão é Luiz Alface Lula da Selva. Mas Lula gosta de ser chamado de Companheiro Lula-lá. Em seus poucos momentos de sobriedade, participou como figurante de uma novela da Globo chamada Belíssima na qual fazia o papel de Jamanta e repete variações de seus discursos presidenciais (exemplo: “Jamanta não sabe de nada!”).

Nostradamus

…e próximo do terceiro ano do terceiro milênio, uma besta barbuda descerá triunfante sobre um condado do hemisfério sul, espalhando a desgraça e a miséria.
…Será reconhecido por não possuir seus membros superiores totalmente completos.
…Trará com ele um bando de novos animais que dominará e tentará exterminar as aves bicudas tropicais.

~ Previsão de Nostradamus.

Carreira política

 

Lula quando morava no Nordeste.

 

Lula quando morava no Nordeste.

Antes da atual Crise nas Infinitas Terras existiam três versões do Lula.

A versão inicial era do Companheiro Cueca Apertada, ou Era do Bronze. Estava sempre de cara amarrada [por causa da cueca apertada] e vivia reclamando. Pensaram que ele reclamava do salário, das más condições de trabalho e da inflação braba que existia. Pensavam isso porque nada entendiam quando ele falava com sua língua presa, ai imaginaram que ele poderia liderar o povo para uma vida melhor.

Depois veio a Versão da Era de Prata dizia que Lula era um clone feito com o DNA de Ruth Lemos e Wanderley Andrade. Com este perfil poderia até vir a ser o Presidente do Brasil [também conhecida como terra do NUNCA: NUNCA sei o que está acontecendo ]

A Versão da Era de Ouro dizia que Lula era um cientista que havia tentado de todas as formas curar a Criptonita do Superboy mas que teve seu laboratório queimado por acidente. No acidente perdeu parte do cérebro, hoje só funciona a metade que gosta de se divertir, a parte de responsabilidade sumiu, e ninguém viu.

Lula também ajudou a financiar o Grande Experimento Espacial Brasileiro.

Lula sofre de um serio problema de visão pq nunca ve nada.

Atualmente,bateu uma pelada com o grupo(ou devia dizer “bola de merda”) RBD.Mais uma vez,ele comprova:CU DE BÊBEDO NÃO TEM DONO!

Governo Lula

 

 

“Vou localizar o ki do FHC e me teletransportar!”

O Lula encontra grande dificuldade em governar, pois não forma maioria no congresso. Isso se deve a ferrenha oposição do partido com a maior bancada no congresso, o PT. Teoricamente, deveria ser o partido do Lula, mas não é o que funciona na prática.

A Reeleição

Sua carreira política está intrinsecamente vinculada à história deste incrível mundo surreal conhecido como Brasil. Seu slogan para a sua campanha de re-eleição foi: “É Lula de novo com a força do polvo

Frases Famosas (ou, pelo menof, tentativaf de frafef)

 

Um pra mim e otro pra eu

 

Um pra mim e otro pra eu

 

MWAHAHAHAHAHA!

 

MWAHAHAHAHAHA!

 

No noffo novo governo, tudo ferá diferente!

 

No noffo novo governo, tudo ferá diferente!

Zé! Nóifz fi fu!
Lula falando em código com seus “amigos do peito”
Eu não fi nada! Não favia de nada! Não fafo nada! Nem nadá…
Lula explicando porque está imitando a estátua do Cristo Redentor
Nóif efstamof confencidof de que nunca na hiftória deffe paíf, um guferno fef tanto pela área de (…)
Lula, “o convencido”, iniciando mais um de seus discursos diários
Nóif efstamufs confencidofs de que hoge o Brafil é un paífz aufo-fufiffienfe. Nóif fomof um povo que temof orgulho de caminhar com af pópriaf pernaf. E fer dono dof noffo póprio narif.
Lula sobre Sobre avanços da Petrobrás
Nóif efstamufs confencidofs de que agora co Biu-Diefel, até o fin du meu guverno, ferá geradofs maif de quinfe trilhõef de novof empregu cum carteira affinada.
Lula sobre Bio-Diesel
Nóif efstamufs confencidofs de que o Bravil, até o fin du meu guferno, ferá a maior potência energética do mundo e do fiftema folar e quem fabe do univerfo. E nunca maif vai efifti apagão neffe paif.
Lula sobre o Brasil
A velite deffe paif num vão me favê baixá a cabefa.
Lula
Nunca antef na hiftória defte paíf, um previdente falou tanto a frave “Nunca antef na hiftória defte paíf”.
Presidente Lula “Molusco”

No noffo governo não há dezhoneftof.
Lula sobre Sobre o seu governo
Gofernar o paíf é que nem fazê cocô. Àf vezef é duro, àf vezef é mole!
Lula, o Filósofo
Outrof diaf eu estafa num churrascof com meus amigofs quandof trfouxeram um pote cheiof de cal! Aí euf… Meu filhof!! Era praf trazer sal… Esfqueci de por o Ç… ‘Ç-A-L’!
Lula-lá

História alternativa

 

A vente famof inofenti. Tamo caf mão limpa!

 

A vente famof inofenti. Tamo caf mão limpa!

Informações recentes indicam que Lula é um projeto de cunho comunista de Karl Marx junto ao Partido Comunista Brasileiro iniciado na década de 80. Lula seria na realidade um andróide zooantropomórfico que tinha como objetivo incial provocar o caos entre os Operários do ABC paulista. Dado o sucesso dessa etapa do experimento, Kim Jong II, o então reitor do projeto, tentou levar o andróide ao cargo máximo do Brasil. O mesmo procedimento foi realizado com sucesso espantoso com andróides semelhantes em países como Vietnã (com o andróide Nguyen Minh Triet), Laos (com o Choummaly Sayasone), na Coréia do Norte (com o próprio Kim Jong II) e claro, no projeto-pitolo, Cuba, com o andróide Fidel Castro.

O projeto não obteve sucesso nas primeiras 38 tentativas de eleger Lula. Foi nessa época que a cúpula decidiu apelar e conseguiu a eleição do andróide em 2002. Acredita-se que em data desconhecida, o coronel Médici Jr., filho ou reencarnação do Médici original, tenha hackeado o sistema operacional do projeto e efetuou alterações adotando a mesma configuração do andróide experimetal FHC. Acredita-se que tal fato tenha acontecido entre a eleição e a posse de Lula. Estudos indicam que o Banco de Dados do Andróide Lula continha erros que provocaram deformação facial, crescimento tosco de baraba e gangrena em um dedo mindinho. Acredita-se que a alteração na configuração feita pelo Médici Jr. tenha afetado a memória do presidente que dizia não saber de fatos ocorridos em seu governo sobre corrupção. O projeto no Brasil foi chamado de “Lula Lá(u)” e posteriormente “Lula de novo”.

Lula sempre foi uma figura forte e capaz de se superar. Entre os seus recordes, está o de em uma única semana aconselhar os brasileiros a usar camisinha, passar a mão na poupança do povo (calma, apenas reduziu os rendimentos da mesma), receber uma visita (íntima?) do Bush, elogiar o aprofundamento de relações com os americanos e declarar que Elle e Bush vão caminhar até o “Ponto G”. Em retribuição, Bush sugeriu trancar os ministros brasileiros e americanos em uma sala até que eles se entendam (Uuuhhhuuuaaaauuu!!!!!!). Uma loucura de semana. Coisa de macho.

Entrevista com Lula

 

Lula jurando que está trabalhando

 

Lula jurando que está trabalhando

Conversamos com Luís Inácio Lula da Silva a poucos dias da eleição. Por incrível que pareça, não tivemos muito trabalho para conseguir conversar com Lula. Dissemos que éramos artistas da indústria do entretenimento e que também éramos empresários (proprietários de um site). Como pertencíamos a dois setores que aderiram maciçamente à campanha e Lula não quer nem saber de o­nde vem o apoio, ele concordou em nos conceder cinco minutos de seu tempo (ou talvez quatro, já que ficamos confusos quando ele nos mostrou nos dedos quantos minutos teríamos). O futuro Presidente da República não queria nos dar entrevista, apenas formalizar o apoio. Mas como tínhamos ouvido as declarações de Leonel Brizola sobre o apreço do petista por uma boa cachaça, levamos uma pinga para soltar a língua de Lula (soltar a língua no sentido figurativo, já que ele continuou falando como o Romário). Talvez o excelentíssimo senhor Luís Inácio não reconheça que deu essas declarações quando sair do porre, mas decidimos correr o risco e publicar a entrevista mesmo assim.

Desciclopédia: Lula, por que o senhor não comprou um diploma da Estácio de Sá para acabar com um dos principais argumentos de seus inimigos?
Lula: Realmente ifo teria poupado muitaf agrefõef, maf não revolveria nada. Tenho orgulho de não ter diploma e não vai fer ifo que vai me impedir de fer previdente e refeber homenagenf de inftituifõef educafionaif como o Fernando Henrique. O Inftituto Univerfal Bravileiro, maior formador de profifionaif por correfpondênfia do Bravil, já fe oferefeu para me homenagear, incluvive com o título de Doutor Honorif Cauva em filk-fcreen e eletrônica de TV, ou feja, eu eftou convenfido de que maif vale um diploma da vida na mão, do que doif diplomaf de doutor voando, e um burro carregado de livrof é doutor.

 

Lula preocupado com a Gripe do Frango na Ásia

 

Lula preocupado com a Gripe do Frango na Ásia

Desciclopédia: Alguns membros do PT andaram dizendo em conversas informais que o senhor, por não ter estudo nem experiência administrativa, não iria governar o país de fato e que, como a tarefa caberia aos líderes do partido, seu cargo na verdade seria o de “Presidente de Honra da República”. O senhor acha que isso é apenas brincadeira de seus colegas de partido ou se sente ofendido com as declarações?
Lula: Não me ofendo em nada. Eu eftou convenfido de que depoif de quatro tentativaf eftou topando qualquer coiva. Antef previdente de honra do que tetra-vife-campeão, ou feja, fergonha é roubar e não confeguir carregar.
Desciclopédia: É verdade que o senhor, quando eleito, não contará com apenas um porta-voz, mas uma grande equipe de porta-vozes para substitui-lo em todos os pronunciamentos à nação, como forma de evitar o desgaste de sua imagem com uma maior exposição de seus erros de português?
Lula: Ifo é mentira. Fafo queftão de continuar me comunicando diretamente com o povo da mefma maneira de fempre. Pretendo incluvive contratar intérpretef de língua eftrangeira que também fejam nafidof analfabetof, como minha querida mãe, para que meuf difcurfof em eventof internafionaif fejam traduvidof fielmente. E além do maif eu eftou convenfido de que em time que eftá ganhando não fe mexe.
Desciclopédia: O senhor acha que a Igreja contribuiu para acabar com a antiga crença de que comunistas comiam criancinhas, já que o povo percebeu que essa função cabia aos padres?

 

E o mensalão ó...

 

E o mensalão ó…

Lula: Ifo tudo é uma bobagem. Olhe para a Coréia do Norte e para Cuba, elef não têm dinheiro nem para comer batata, quanto maif uma crianfinha para acompanhar, ou feja, fabe aquela coiva de cava de ferreiro, efpeto de pau? então.
Desciclopédia: Dizem que para o senhor continuar contando com o apoio dos sindicatos, o governo decretará uma greve geral por mês. Os rumores têm algum fundo de verdade?
Lula: Fe tem fundo de verdade eu não fei, maf é melhor acreditar no rumor e fefar tudo mefmo. Eu que não eftou afim de arrumar pobrema com o poder paralelo. Afinal cautela e canja de galinha num faifz mal a ningúem.
Desciclopédia: Os cientistas políticos afirmam que os Estados Unidos devem tentar exercer uma maior influência no Brasil, pois nosso país seria o único a contar com um governante que o presidente George Bush consideraria inferior intelectualmente. O senhor está preparado para lidar com o governo americano?
Lula: Quero que fique claro que não fou maif burro do que o Bush. Eu eftou convenfido de que a única vantagem é que ele confegue faver fomaf até 10(def) e eu fó configo fazer operafõef matemáticaf até nove, mas iffo não é um poblema depoif que inventaram a máquina de calcular, ou feja, quem não tem cão cafa com gato mefmo.

 

Eu tenho eftrela!

 

Eu tenho eftrela!

Desciclopédia: Como o governo fará para pagar o apoio da classe artística? Haverá financiamento para centenas de peças experimentais ou shows populares com cachês superfaturados?
Lula: O paíf está falido, ou feja, não evifte dinheiro para finanfiar efte tipo de coiva. Maf para retribuir o apoio dof nofof companheirof artiftaf, pretendemof aprovar a lei da Prefeita Marta Fuplify regulamentando of cavamentof entre homofecfuaif. Com ferteva ifo of deixará faftifeitof. Além do maif farinha pouca, meu pirão primeiro.
Desciclopédia: E, finalmente, uma pergunta final para terminarmos a nossa entrevista. A maioria dos petistas assopra quando fala, de tal modo que as pessoas têm um certo preconceito em ficar diante de um correligionário comendo farofa. É o caso do Palocci, que chamam de ‘Palofi’. Qual é a razão disso, afinal?
Lula: Já falaram que é fimove na língua. Maf iffo é intriga da opovifão. A opovifão é que nem, fabe, eif-marido que fica torfendo pra eif-mulher não fer felif no novo cavamento, então. O Palofi por evemplo foi um bom miniftro, maf ele bobeou na hora de efcolher of funfionáriof dele. Eu falei pra ele um dia: “Palofi cuidado com effe peffoal caveiro, macaco velho não bota a mão em cumbuca“… deu no que deu. Maf é iffo aí, ou feja, quem tá na chuva é pra fe molhar.

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