Assunto: O QUE SIGNIFICA TRABALHO EM EQUIPE? > > > Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o > fazendeiro e sua esposa > abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que > poderia haver ali. Ao > descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado. > > Correu ao curral da fazenda advertindo a todos: > - Há uma ratoeira na casa! Há uma ratoeira na casa! > > A galinha disse: > - Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um > grande problema > para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me > incomoda. > > O rato foi então até o porco e lhe disse: > - Sr. Porco, há uma ratoeira na casa, uma > ratoeira... > > O porco disse: > - Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu > possa fazer, a não > ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será > lembrado nas minhas preces. > > O rato dirigiu-se então à vaca. > > A vaca lhe disse: > - O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em > perigo? > > - Acho que não Sra. Vaca... respondeu o rato. > > Então o rato voltou para seu canto, cabisbaixo e > abatido, para > encarar a ratoeira do fazendeiro sozinho. > > Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma > ratoeira pegando > sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o > que havia pego. No > escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a > cauda de uma cobra > venenosa. > E a cobra picou a mulher. > > O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela > voltou com > febre. Para amenizar a sua febre, nada melhor que > uma canja de galinha. O > fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o > ingrediente principal, a > galinha. > > Como a doença da mulher continuava, os parentes, > amigos e vizinhos > vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro > matou o porco. > > A mulher não melhorou e acabou morrendo. > > > Muita gente veio para o funeral e o fazendeiro teve > que sacrificar a > vaca para poder alimentar todo aquele povo. > > MORAL DA HISTÓRIA: > Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está > diante de um > problema e acreditar que o problema não lhe diz > respeito, lembre-se que > quando existir uma ratoeira todos correm risco. > > 'Quando convivemos em equipe, o problema de um, é um > problema de > todos'.
Moral da História
23 07 2008Comentários : Deixar um comentário »
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O Lápis
28 06 2008O menino olhava a avó escrevendo uma carta.A certa altura, perguntou:
- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco?… E por acaso, é uma história sobre mim?
A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto.
- Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.
O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.
- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!
- Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.
Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade.
Segunda qualidade: de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor.
Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça.
Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você.
Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca…
Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida, irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação.
Fonte: http://aderbalmachado.blogspot.com/
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“Como tornar seus filhos, crianças ou já adolescentes, líderes de suas vidas”
31 05 2008Há alguns dias, estive no lançamento da mais nova obra de John Maxwell, chamado Livro de Ouro da Liderança, reunindo os princípios mais importantes destilados em cerca de 40 anos de estudos. Maxwell já vendeu mais de 13 milhões de livros, e escolheu o Brasil para lançamento de seu trabalho mais recente.
Durante o talk show organizado pela Thomas Nelson Brasil, na livraria Cultura, alguém perguntou como poderia ajudar seus filhos a liderarem suas vidas.
Maxwell pensou um pouco e disse: ‘quando eu era menino, os garotos da vizinhança recebiam mesada para jogar o lixo da casa, cortar a grama ou arrumar a bagunça do quintal. Então, fui até meu pai e disse: ‘o filho do vizinho recebe uma mesada para ajudar em casa. Eu acho que mereço também’. Ele me olhou nos olhos e respondeu: ‘você faz parte da família, John, e o trabalho de casa todos nós fazemos e ninguém recebe por isso. Se você acha que tem que receber, antes vou descontar o seu custo, que inclui os nove meses que sua mãe o carregou na barriga. Você ainda vai ficar devendo’.
Nunca mais pedi mesada pelo trabalho em casa, continuou Maxwell. Mas meu pai pagava uma mesada. Só que era diferente. Ele pagava a mim e meus irmãos para nós lêssemos livros. Ele trazia um livro para cada um de nós. Então, todos os dias durante o jantar tínhamos que falar sobre as idéias do autor e qual nossa opinião sobre o capitulo que havíamos lido.
Assim, todos os dias líamos algumas páginas e falávamos sobre isso ao jantar. Quando terminávamos o livro, meu pai dava o preço de capa do livro para nós, em mesada. Assim, se um livro custava o equivalente a 30 reais, era o que ele nos pagava, depois de terminada a leitura. Isso nos ensinou a ler e entender os livros – coisa que muitos garotos americanos não conseguem fazer hoje – porque tínhamos que explicar o que estávamos lendo, para ele e minha mãe. Além disso, aprendemos a terminar os livros, o que hoje os especialistas chamam de acabativa, que é o que falta para muita gente. Até porque, para que pudéssemos receber a mesada, tínhamos que ler até a última página.
Em terceiro lugar, aprendi a não trocar dinheiro pelo tempo de trabalho, como faz a maior parte das pessoas, mas pela qualidade do meu trabalho. Trabalhamos muito tempo em muitas situações diferentes de graça, para outros, apenas para que pudéssemos aprender alguma coisa. Isso deixou meu irmão milionário. E eu e minha irmã também não podemos reclamar. Já vendi mais de 13 milhões de livros – e olha que faço isso no meu tempo livre. Até hoje somos voluntários em alguma atividade.
Por último, descobri que isso me tornou muito mais maduro, na escola e na vida. Eu não era, nem sou, mais inteligente que os outros, nem memorizava melhor as informações. Também não tirava notas mais altas que meus colegas.
Mas descobri que isso não é tão importante. Descobri que nossas escolhas é que são importantes. Quando olhava para as escolhas dos meus colegas, me perguntava como podiam fazer escolhas tão pobres. Quando os via trocando a chance de aprender mais, por alguma festa, um show, ou mais uma saída com os amigos, mais uma loucura qualquer, na universidade, comecei a ver que eu era diferente. Quando os via torrando seus últimos dólares em um carro, ou em alguma idéia mirabolante, achava incrível seus valores – ou a falta deles. Tinha me tornado diferente, porque passei anos lendo o que eles não leram, aprendendo o que eles não aprenderam e escolhendo ficar com pessoas que sabiam muito mais que eu, e não as mais populares.
Meu pai também aparecia na escola, no meio da aula, e me tirava para assistir alguma palestra ou seminário de algum palestrante famoso que estava na cidade. Se era grátis, nós estávamos lá. Se dava para pagar, também. Os professores não entendiam porque ele nos ajudava a “cabular” aulas, mas ele dizia: a aula você pega com um colega. Assistir esta palestra novamente, talvez demore anos’. Assim, em aprendia o que ninguém aprendia, porque meus irmãos e eu éramos os únicos adolescentes nestas palestras.
Fiz isso com meus filhos que, hoje, fazem com meus netos. Eu os pagava para que pudessem ler e os levava para palestras, seminários e workshops nos quais nenhum pai pensaria em levar os filhos. Porque informações nossos filhos terão na escola, na internet ou em alguma enciclopédia. Mas as escolhas que eles farão depende daquilo que existe dentro deles. E isso é marcado pelas pessoas que os cercam, pelos livros que eles tiverem lido e pelo tempo de qualidade que viveram com pessoas dispostas a ajuda-los. Isso, nenhuma escola vai ensinar.
Todos os adolescentes que se tornam felizes, equilibrados em bem sucedidos, fazem escolhas poderosas – algumas vezes, muito difíceis e impopulares”.
Escolhas. Maxwell destaca a importância das escolhas para a sua vida e a de seus filhos. Ajude os adolescentes a fazerem suas próprias escolhas, e eles saberão como fazer o resto. Em seus casamentos, em seus empreendimentos e em sua vida interior.
Fonte: www.arealocal.com.br/blog/2008/04/
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Moral da História
21 05 2008Fato ocorrido em 1892, verdadeiro e integrante de biografia.
Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou: – O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices? – Sim, mas não é um livro de crendices. É a Palavra de Deus. Estou errado? – Mas é claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a História Universal. Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião. Somente pessoas sem cultura ainda crêem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.
- É mesmo? E o que pensam e dizem os nossos cientistas sobre a Bíblia? – Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação, falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência.
Professor Doutor Louis Pasteur, Diretor Geral do Instituto de Pesquisas Científicas da Universidade Nacional da França.
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21 05 2008
Taxista Daltônico
Tarde da noite, um senhor muito bem vestido, chegando de viagem, toma um táxi no aeroporto e pede ao motorista para levá-lo para casa. No caminho, vê uma senhora, também muito bem vestida, entrando numa boate chamada ‘Dito e Feito’.
Reconhecendo a mulher, ele pede ao Taxista que retorne à porta da boate. Tirou do bolso um maço de notas e disse a ele:
- Aqui estão dois mil reais. São seus se você tirar de dentro do Clube das Mulheres aquela mulher vestida de vermelho que acaba de entrar. Mas vá tirando e cobrindo de porrada, sem contemplações, porque aquela desgraçada é minha esposa.
O taxista, que andava numa ‘bananosa’, aceita de cara e adentra a boate. Cinco minutos depois ele sai, arrastando uma mulher pelos cabelos, com o rosto sangrando, toda desgrenhada, e gritando todos os impropérios que se possa imaginar. O senhor no táxi vê a cena e percebe, horrorizado, que a mulher está vestida de verde e sai correndo para alertar o taxista do erro.
- PARE! PARE! O senhor errou. Como o senhor confundiu vermelho com verde? O senhor é daltônico?
- Fique tranqüilo… Esta é a minha… Já volto lá pra pegar a sua!
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