*COLOCO TRABALHOS NA “METODOLOGIA”
De graduação, especialização, mestrado…
Formato: ABNT, APA, e UNIDAVI.
Tipos: Citações, referências, sumário, bibliografia, margens, espaçamento, paginação e se precisar correções ortográficas, concordância e pontuação.
Preço: média de R$1,00 por página (depende da condição do trabalho).
COLOCO TRABALHOS NA “METODOLOGIA”
20 04 2008Comentários : Nenhum comentário »
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Passou…
2 03 2008Arrebataram a flor mais bela do jardim, era ela menina, era ela!
Foi quando você me invadiu, e fiquei ali,
um menino calado ali no chão,
sentado numa calçada qualquer da rua,
no silêncio de uma noite fresca de verão,
a esperar mais um olhar… como aquele eclipsar da lua…
São essas várias caras que ela faz quando sorri
As muitas palavras que esconde como segredo
Me fez terminar várias horas que nunca senti
E entender que gostar é sentir medo… Medo bom…
Cristian Stassun 03/2008
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2 03 2008
Era um bater na porta desavisado, sem jeito, trêmulo… e todo aquele medo tomou-me o peito por pensar que dessa vez era ela… aquela imagem forte que faz tremer o chão, que me cala a voz, e que me faz lembrar dos dias que era vivo somente num velho albúm de recordações…
Cristian Stassun
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4 02 2008
Folhas secas caem num chão de inverno na agitada Londres. São calçadas lavadas pela neve, passos létricos e dias de ventania. Leves e frágeis, as folhas se estilhaçam facilmente se voam para longe de seu braços. A distância que leva a saudade e os desejos, só resistem quando percebemos que somos imortais no que deixamos para as pessoas, num chão fértil que cultivamos para os outros e em novas árvores e vidas que nascem com a nossa presença. Que nasçam flores, amores e estampidos… pois a presença dessa mulher sempre faz acelerar os ventos na Tower Bridge, tocar os sons mais secretos no Royal Albert Hall e faz das palavras companhia dos que amam na London Eye.
Cris. Stassun
Depoimento pra uma amiga no orkut que está há algumas semanas na Europa.
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Crer ou não crer, eis a questão!
31 01 2008“Ainda acho que não é a questão de ser crítico as religiões, ou a um Deus, santos, fascínoras e tudo mais, o mais importante. Uma vez lia meu jornal de domingo (folha de SP) e sentado naquela cadeira dura de vime, quase me desiquilibrei quando vira uma frase de Sören Kierkgaard. Sabe aquelas frases que você faz questão de gravar no seu disco rígido miolar… Ela diria: “Toda crença vale, sobretudo, pelo e por aquilo que você vivencia.” Se você vivenciou algo legal com suas crenças… seja um milagre, uma ajuda, uma felicidade, isso vale! Para você e por você! Não necessariamente precisa de todos aqueles louvores, congregações e demonstrações públicas… é uma fé solitária, ímpar e sua. Vale para você, num mundo onde o discurso e o poder, é articulado por você e não “especialmente” para você e seu convencimento. ” Cristian Stassun
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27 01 2008
Deixe seus lábios terminarem o que suas palavras começaram…
Cristian Stassun”
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Se doer, olhe de novo! (003)
26 01 2008Ele terminou o relacionamento com você? É, me disseram, de novo…
Faz um favor pra mim? Tudo que falará vai culpar ele. Eu sei disso. E você sabe disso.
Pense que não existe culpa. Pois você escolheu e a responsabilidade, é sua. Nunca podes dizer que errou, pois quando começou se inclinar em direção dele você achou que era o certo. Quando botou fé e seu coração bateu forte com os desejos que te deixaram louca, você aproveitou, nem perdeu tempo. Você viveu o que todos vivem: a fantasia é melhor que a realidade. E se depois não deu certo, continue. A caminhada só acaba com a morte. Nem é discurso, mas se você se acha especial, ame aquela pessoa que se encontra na frente do seu espelho com a cara bababa, cabelo bagunçado em todas a manhas de verão dessa última semana: você mesmo!
E se puder chorar, chore!
Mas tem que entender, que chorar gera um prazer imenso. Estar a sentir algo por alguém te ajuda contra a maior dor… a “solidão”, e o “estar vazia”.
E nem pense que vais se curar, essas coisas não acabam. Sempre vai sentir falta de algo, alguma coisa, alguém.
Tem gente que se mata por um real. Outros que se sentem a pessoa mais realizada do mundo com apenas um olhar ou sorriso seu. E se matam por isso também.
Isso é viver e o risco sempre vai haver.
E faz uma coisa. Não gaste meu tempo… invista no seu.
Da sua porta pra fora só tem um novo medo e um velho motivo pra sorrir:
Saber que outras pessoas já passaram pelo que passou e também esperam por você!
Use seu tempo com outro mundo, o meu é sempre menor aos olhos de quem não sabe ver.
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26 01 2008
“Às vezes eu me revelo espelho de quem me lê!”
(Cristian Stassun)
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Uma conversa solitária
26 01 2008Perdi aquele papel
Fiquei duas horas procurando
Sua cabeça pode entender coisas que não deve
Porém, não joguei fora
Quero ele de novo
E quero que não pense coisas que não deve
Primeiro: que é impossível acontecer.
Segundo: que eu não queira com todas minhas forças.
Terceiro: que não seria infinitesimalmente perfeito!
O que é impossível ? E o que vc não quer?
Me perguntaria mesmo o que repito todos dias nessa caminhada?
Você, menina? Eu? Porquê? Por que eu?
Você é o limite do que posso desejar. Seria o lugar onde quero me encontrar.
Tomara que seu homem mereça todo espaço de segundo que passe ao seu lado,
como eu faria por merecer.
Por que esse lugar que ele ocupa, outra pessoa te faria mais feliz.
Nem promessa.
Nem frase solta.
Simples vontade de fazer além.
Mais de mim do que posso prever.
Ou controlar.
Consegue entender?
Sua passagem em mim.
Não se apaga.
Não se esconde.
Não se nega!
Seu desejo em mim sabe muito mais o que fazer,
Do que posso permitir,
do que posso resistir,
e do que não entendo.
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Seria? (002)
20 01 2008Ensaio: Cristian Stassun.
O que por vezes me deixa mais tranquilo é que todos tem suas falhas, tiveram seus maus momentos, se arrependem por muitas coisas e sentiram a dor de uma culpa.
Sim, a culpa. Nem por 2 vezes deixamos de nos culpar. De não nos perdoar por essas falhas próprias. E sabe que o que corrói como erro antigo, permanece como um câncer pela vida, fica sem controle como manchetes de jornais que povoam nossos pensamentos?
Sem saber o que fazer? Sabe?
Se o maior perigo, o melhor assassino é você mesmo?
Se as pessoas têm seus mundos internos, eternos e vagantes. Têm muitos de seus medos guardados de suas fantasias doidas para realizar. Tem suas duras dúvidas sobre o que escolher novamente.
Por onde vagar em falso?
Não se sabe? Não se sabe? Não se sabe?
Continuo outro dia. Quando descobrir essa cama quente de dúvidas.
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8 01 2008
“Faz o mundo aparecer em nossas mãos. Como um jogo em que os dados entre os dedos escapam. Quem ganha? Se não a morte, somente o momento em que começam seus laços abraços. Mas não termina. No fim o jeito de te encontrar não é o mais importante. Você já se encontra aqui.”
Cristian Stassun
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Meu desejo a todos nesse 2008!
27 12 2007Nunca foi o conteúdo dessas mensagens, mas a lembrança do teu nome, a importância de suas atitudes no meu mundo e o desejo de que você tenha nos seus passos mais sorrisos, e muito, mas muito amor! Deus é bom! Deus é buummmm!!! Explosão de coisas boas nas nossas vidas!!! Uhuuulllllllssss!!!
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2008 vai ser o melhor ano!
23 12 2007É porque um dia foi necessário pensar… do que valem os amigos, do que valem os desencontros, como conseguem persistir os amores, onde foi que perdi minha virgindade do mundo… de descobrir coisas novas, mundos com cores mais intensas, lugares com perfumes de saudade… sim foi no dia a seguir, no ano a chegar, nas coisas quem nem vieram, mas que foram fruto de esperança, fé e o desejo de não desistir nunca… é a única coisa que temos e que depende só da gente galera! A vontade inquebrantável de não desistir!
O dia do ano novo é só mais um dia que continuou. Mas a vontade de continuar e pegar nas mãos dos amigos, família, namorada(o), cachorro e gritar naquela praia deserta ‘cheia de gente’ que esse é o primeiro dia do resto de nossas vidas: é louco, é intenso, é único. Uhulllll Abraços millllll!
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‘Pouco caso?’ (001)
21 10 2007(Quem escreve treina. Esse é o primeiro da série de textos com a intenção de escrever bem um dia, quero ser colunista de um jornal de circulação nacional. Bem, sejam felizes nessa viagem.)
”Nem quero discutir aquelas páginas de nossa vida que cansei de folhar e de escorregar meus dedos como que em sua pele.
Nem quero mais aquele sorriso mal dado, aquele olhar de quem brinca com perigo, aquele jeito que me pega no colo de quem nem preciso.
Quero construir lembranças com você!
E que por sinal, nem esperava tanto. Sim construir horas de felicidade em minutos de proximidade, momentos de desordem no país dos porcos direitistas, quero causar revoluções nesses seres que habitam em mim!
Quero todos esses finais chorosos de novelas vulgares da rede globo, quero aquele calor pegando no meu corpo e saindo fumaças coloridas como as luzes de natal.
É, dias de outubro, o natal chegando. Esses dias inteiros e engraçados, de chuva e sol, correndo como muleque na rua, lembrando todos os dias aquela cosquinha dos seus lábios em meus ouvidos.
Será que ainda sonho pequeno, será que perdi minhas partes de homem, meus desejos de casar e ter meus 10 filhos com todas mulheres que passarem pela minha vida?
E eu aqui, nem digo do descompasso, nem de passar os dias sozinho cuidando de todos sinaizinhos no meu corpo… O que me doia era esse distanciamento dos meus amanhãs. Ninguém sabe, nunca mesmo aconteceu o amanhã. Era sempre hoje, era bem assim. O futuro era só representação do quem nem existe.
Eu dizia tudo isso praquela mulhé vesga-manca-banguela que me apaixonei. Suas pernas magrelas, suas mãos amarelas e seu corpo ninfomaníaco que me fizeram pensar nessas frases soltas às duas da manhã de um domingo.
Foi pra ela que apontei para a imensidão dos céus, e ficou olhando apenas para os meus dedos; foi pra ela que estendi minha mão amiga, e ela disse que só encontrava uma no final de seu próprio braço.
Quando esqueci de te esquecer, era ela que não estava nem aí, que nem queria andar na minha belina azul ano 73 para ir na festa junina da escolinha no final da minha rua. Ela nunca nem entendeu que quando leio meus livros do Foucault eu fico coçando minha cabeça pensando nas brigas que são da família dela, não minha. Que são as crises de tpm da menstruação dela, não da minha. Sim por que da minha boca também saem palavras amargas de sangue.
(Silêncio)… espera aí. Ops voltei, fui apontar o lápis.
Acho que aí, ela, essa mulhé já havia até morrido. kkkkk. É, acho que morreu.
Hoje é dia 20 de outubro de dois mil… e bem. Nem importa.
Continuei andando pelas calçadas da minha cidadezinha na noite, no frio, no final das festas fazendo declarações de amor a vodka, aos pirulitos de chiclets e ao buraco da minha porta que nessas horas nunca acerto.
Continuei com a esperança de não decidir meus dias pois me dava medo. Já pensou ter uma vida traçada e sem graça? Para quem já chorou ao ouvir dos miolos que amanhã nem teria graça ao defender aquela dissertação de mestrado de psicologia, ou que a conta de 150 reais da energia venceu semana passada, poderia se prender apenas que… deve deixar o futuro no sei lá.
É, sei lá, deixa tudo para o amanhã que nunca chega e que nem existe. Pelo menos é igual a morte. O corte que não fará diferença pois depois de morto você nem pensa. Nem vive chorando de medo. Nem morre mais.
E viva a morte! É o passo de quem tem sorte.
É o dia que vou parar de enganar você leitor.”
CCSS out 2007
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Minha primeira entrevista para um jornal…
8 10 2007A entrevista ficou assim Cristian…
Att.
Jonas Felácio
Jornalista responsável
Jornal Alto Vale (02/2007)
1- Como é a sensação de ser aprovado num mestrado aos 22 anos?
Recompensa! Pode-se dizer que fiz uma graduação muito bem feita. Com pesquisa, extensão, publicação de artigos, apresentação em congressos, participação de eventos. Não se atribui algo assim, apenas a alguns meses de trabalho duro, o que foi necessário é claro. Trabalhava com duas lições importantes desde o colégio. Estratégia e tática num projeto de vida bem estruturado. Em longo prazo tinha uma meta bem definida. Em curto prazo estruturava meu currículo, lia muitos livros, fazia cursos, e fazia valer uma frase: “não deixe que a faculdade atrapalhe seus estudos”.
2- Quantas horas você dedicou por dia para estudar para a prova do mestrado?
Olha, não se mede isso em horas. Mas em intensidade. Ler 80 páginas dia as vezes era complicado pra quem tinha aula de manhã, projeto de pesquisa a tarde, trabalhava até as 22:30 na universidade, fazia cursos, era da diretoria de duas entidades (Direitos Humanos e Associação de Psicologia), escrever artigos. Mas as pessoas sabem que com muito tempo sobrando relaxamos e deixamos tudo pra ultima hora. Nós precisamos ficar meio que desesperados, ansiosos, para ser produtivos. É o preço da qualidade e produção. E no mais não é “o quanto” você estuda, mas “o que” você estuda e o quanto você consegue “absorver e aplicar” em algo útil para as suas metas e para essa vida tão curta.
3- Como você faz para conciliar os estudos com outras atividades do dia-a-dia?
Jeitinho brasileiro. Fazer tudo ao mesmo tempo. Falando nisso, me deixe atender o celular aqui, só um minuto. (risos)
4- O que os estudos acrescentaram na sua vida?
Estudar bastante, ler em demasia parece coisa de intelectual. A todos isso parece. Mas quando você é focado, sabe o que você quer da vida, tudo vira motivação, você faz com prazer, o futuro acaba te puxando, e o saber que você adquire, principalmente na Psicologia, se torna muito prático, você usa em seu cotidiano, seus relacionamentos, trabalho, família, e lhe deixa mais feliz. E aliás, você aprende a não estudar demais, apenas o suficiente para o que você quer alcançar. O bom é se soubéssemos que aquelas horas de estudos de trigonometria, química orgânica, acasalamento das libélulas do oceano índico nada serviriam pra sua vida, além da prova do vestibular.
5- Na atualidade muitas pessoas não valorizam os estudos. Como universitário e pesquisador, qual sua opinião sobre o assunto.
Hoje todos são obrigados a se capacitar de alguma forma. O sonho de ter dinheiro ainda faz muito a cabeça das pessoas, como o principal objetivo de vida, muitas vezes mais que os de família, amor e qualidade de vida. Alguns depois que têm dinheiro, estão velhos, cansados ou mesmo não sabem nem o que fazer com ele. Outros suprem todas as necessidades de sua vida com ele e depois entram em depressão, pois nada há mais pra lutar, conquistar e superar. Essa procura é um risco.
As pessoas tem sim valorizado mais estudar, os índices estão aí. Agora quando se fala de pesquisa em universidades, isso complica. Poucos universitários têm noção da importância e da diferença que faz em sala de aula o aluno pesquisador frente ao aluno que só responde presença. As universidades da região ainda tratam a pesquisa como gasto a mais, com desdém, mas acredito que a pesquisa é a principal ferramenta do aluno para as exigências e mobilidade do mercado atual, e para ir além.
6- Porque escolhesse psicologia para estudar?
Nasci dentro de uma banca de jornais, dos 5 aos 12 vendia jornais na sinaleira ali na frente do Cavilha (centro de Rio do Sul), aos 7 anos lia mais de 10 gibis ao dia, depois revistas, depois jornais e depois aos 21 anos cheguei aos 77 livros/ano. Adquiri o gosto pela leitura, poesia, filosofia, não sendo nada mais do que querer conhecer e vivenciar tudo que existe no mundo, e tudo que criamos. Escolher um curso universitário envolve as ditas “influências” de amigos, pais, conhecidos, envolve nossas crenças, a mídia, a imagem que criamos de uma profissão, mas nada mais do que tentar prever uma opção que supra nossos desejos de ser (reconhecimento social), nosso desejos de ter (Retorno financeiro) e de fazer (algo que realmente nos agrade). A psicologia supriu isso em mim. Mas nunca acaba, é constante e permanente. Quem sabe eu ainda largue tudo pra ser um poeta libertino ou ser um andarilho pela velha Europa.
7- Qual a mensagem de incentivo a leitura que você deixa para as pessoas?
Olha, mestrado aos 22 anos não é nada. Tem pessoas que a escola da vida lhes ensinou bem mais coisas pra passar o tempo e ser feliz do que estudar. Respeito quem não escolhe esse caminho. Só convido a conhecer um mundo diferente, a psicologia é fascinante, ela é algo que você utilizada a cada segundo, como o respirar. E se seguirmos e entendermos os seus princípios éticos, socialmente construídos, dela veremos que o bem comum (quase que inatingível) é ainda o respeito e a busca da felicidade em conjunto. Ler é esse compartilhar o que alguém em seu tempo viveu e sentiu, e quis que você sentisse, revivesse, como as aventuras que seu avô viveu com seus amores em carros de mola, com a grande guerra, com as noites enluaradas das décadas de 20 e 30 ao lado das igrejinhas; ou mesmo a dor que seu amigo descobriu ao perder uma mulher; ou ainda a pergunta do nosso povo… quem veio antes o “ovo ou a galinha?” Claro, o ovo. Ninguém na pergunta mencionou que o ovo era de galinha, então o ovo de qualquer animal veio primeiro. (risos) Quem sabe ler é buscar fórmulas de viver com mais intensidade sua vida, e escrever é querer sentir um pouco do que Vargas sentiu ao se assassinar naquele fatídico dia: “Sair da vida para entrar na história”. Que você ao deixar algo aqui na dura terra, seja um pouco mais eterno do que apenas uma ou duas gerações da família que vão lembrar de você e seu nome, antes que suma como poeira ao vento de uma tarde de verão.
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