Os meus 25 anos…

24 10 2009

Mochilão na Europa 2009 | 01 de 2 – Cristian Stassun

Foi um dia de maio, quando saí dos 24 e cheguei para minha mãe e perguntando… É agora? É isso que é ser adulto? Ter 25 anos, terno pra sair, ter grana para pagar conta de celular, ter profissão para botar no cartão de visitas, namorada para desfilar no shopping, trabalho para não ter mais fama de estudante vadio e o prefeito da cidade saber seu nome?

Saí por aí perguntando para os amigos perdidos, para os mais velhos de corpo, para as pessoas no calçadão. Eu queria saber, se 25 anos é  esse 1/3 da vida segundo a média brasileira… ou ¼ da vida, na melhor das esperanças que a ciência nos ajude, ou a idade que nos sentimos seguros, merecedores de respeito, senhores dessa sensação rasa de estar homem feito. Por que eu não sentia nadaaaa? Meu corpo não me dizia nada? E ainda por cima, tinha que ficar me perguntando se essa sensação solteira vem quando eu tiver filhos gordinhos? Família comercial de Doriana? Apartamento 2 quartos e uma suíte? Carro de 42 mil reais?

Essa bem mal bolada crise existencial me fez comprar duas passagens, ida e volta de avião e um passe de trem para o velho mundo. Dizem que viajar acompanhado, você conhece os lugares e dá risadas. Viajar sozinho você conhece todas as outras pessoas e solta algumas lágrimas. Viajar acompanhado conhece melhor os defeitos dos outros, e sozinho, quem sabe ache alguma de suas qualidades. Afinal, é você por você. Está sozinho. Sartre dizia que “Se você sente solidão quando a sós, está em má companhia.” (risos) Bem, para quem já se perguntava “Quem são esses outros que se habitam em mim?”, eu estava cheio de companhias…

É, eu digo que senti as coisas que todos sonham. Aquela história de um belo dia entrar numa rua que nunca entrou e apenas seguir. Apenas ir. Sentir-se livre, solto. Longe. Sem pensar em trabalho, no amanhã, nas responsabilidades. Porém, eu estava num fim de mundo no interior da Grécia. Num língua que não entendia nada do que diziam, nem o que estava escrito (“tá falando grego?” Karistô). Eu me meti numa trilha de uns mosteiros nas montanhas de Meteora. Nome lindo. Mas longe e sem segurança de chegar. Até encontrei uns chilenos, que num portunhol me disseram: “Si no te importa, siga caminando”. É segui caminhando, 44 graus, 30 quilos nas costas, sem comida, no meio de uma trilha deserta, noite chegando, atrás de 2 mil anos de história esquecidos na poeira de Kalambaka. Sobrevivi com uma carona de um casal sul-africano que aceitaram minhas piadinhas da Copa do Mundo no país deles… (risos) Foi nessa parte que tudo começou…

Depois desse dia eu fui um pouco mais louco, loiro e brasileiro para todos os outros 12 países. Acompanhem os próximos passos. E a segunda parte…

Mochilão na Europa 2009 | 02 de 2 – Cristian Stassun

Perguntaram se achei a resposta dos 25 anos, e eu respondi fatos. Depois de profanar o templo de Zeus numa invasão tensa, depois tirar minha fotos proibidas da Capela Sistina, de ter dormido no chão onde pisou Sócrates e Platão e na Piazza San Marco onde Monet pintou sua famosa tela, de ter me perdido em quase todos os lugares que achei estar perto do Vale do Loire, de ter provado aquele chapeu bolchevique em Praga, rir de verdade do sorriso da Monalisa no Louvre e chorar de medo no Campo de Concentração de Auschwitz, eu comecei a encarar os fatos. Sim, depois de voar de parapente nos Alpes Suíços, correr pelas ruas de Berlin para achar os restos do muro, ver Santorini depois de um cruzeiro pelas ilhas gregas, correr pelo convés com 2 filandeses tortos pelo ouso, de ver as prostitutas na Red Ligth Street em Amsterdam, de subir na cabeça do túmulo de Marx, de escrever o nome da minha amada nas areias da Normandia, de subir os alpes bávaros com uma bike nas costas tentando me imaginar o Rei Ludovico do Castelo de Neuschwanstein, de subir no topo da torre Eiffel e fazer pipi no mausoléu de Napoleão. Depois de ganhar abrigo em Bruxellas na casa de uma desconhecida, assistir em Cortona um casamento Sob o Sol de Toscana, uma missa na Notre Dame sem achar o Corcunda, sem achar Sherlock Holmes na Baker Street, nem a Rainha, nem o Papa, eu também nem cheguei a estar perto de mim mesmo…

Fui buscar uma resposta para uma pergunta mal feita… pois perguntava se era com 25  anos que estaria homem feito, mas não me questionei do mais importante. Que importava se as pessoas me respeitavam na rua como algum senhor arrogante que respirava maturidade, se eu não sabia nem o que  fazer com o resto da minha vida.

Um mês e meio depois eu voltei, apresentei minha dissertação de mestrado, virei Mestre em Psicologia e fiquei pelo menos 4 semanas em depressão total. Contraditório, não? Eu estava mais sem rumo do que antes. 25 anos era para fechar uma etapa da vida e abrir outra. Dei com cara na porta, sem mais portas, sem chaves, sem ninguém para chamar e abrí-la por mim (knock-knock-knockin’ on heaven’s door). No final da viagem, abriu para nada, abriu para uma ferida. Profunda.

Pois estava sem mais os grandes sonhos de estudante e adolescente. Consegui meu mestrado, minha viagem para Europa, eleger meu vereador, ganhar minha tão sonhada grana. E daí?

O Lacan, sucessor de Freud, dizia… existe sempre uma falta… a escassez gera necessidade… o que faz a gente lutar e não entrar em deprê, é essa falta, essa busca no futuro. Esse futuro que nos puxa mais do que o passado empurra. Essa visão clara de um futuro promissor e com uma causa, um sentido, uma meta, um sonho!

E aí estava eu, sim, com a boca cheia de lama, com umas fotos da Europa e com mil responsabilidades para resolver… pensei na vida…

Puta, que saco, custou caro o mochilão. Mesmo dormindo na rua, pedindo carona e comendo Mac a 1 Euro, e não havia conseguido responder o que Aristóteles falava na Grécia a mais de 2 mil anos… QUAL É A VIDA QUE VALE A PENA SER VIVIDA?

Eu estava no jardim de Luxemburgo, num sábado, sentindo o cheiro das flores, olhando a torre Eiffel de longe e deliciosamente espreguiçado numa cadeira, esperando o sol se pôr. Pensando, o que farei amanhã? Castelo do Loire? Grand Place em Bruxelas? Gaudí em Barcelona? Região de Toscana na Itália? Cotê d`Azur no sul da França? E o eu mais me machucava era pensar que em Rio do Sul, eu estaria me fazendo as mesmas perguntas… Porém, o que estaria fazendo em pleno sábado? Olha, com certeza estaria vegetando na frente do PC, pensado que a noite eu ia para as mesmas festas de sempre, ver as mesmas pessoas de sempre e repetir todas as coisas de sempre. Repetir e repetir, trabalhar e trabalhar. Minha menina ainda falou – se contenha com as coisas simples da vida -, só que ficar repetindo as coisas simples da vida enchem o saaaco…

Quais as melhores respostas que encontrei sobre a pergunta de Aristóteles? Da vida que vale a pena? Bem, tem gente que compra o sonho da igreja. Casamento. Tem gente que compra o sonho da vergonha dos amigos. Um carro. Tem gente que compra o sonho do comercial da TV. Uma TV de plasma. Tem gente que vende o sonho da inveja. Vive a vida dos outros. Tem gente que vende o sonho miséria. Acumula bens e morre por anos.

Eu comprei um outro sonho. O de viver. De ser livre. De acumular lembranças. De ter sensações. E de não esperar por um casamento sonhado pela igreja, uma vida sonhada pela minha mãe, uma vida invejada pelos inimigos, e não esperar ser rico pra viajar.

Quem sabe a vida de adulto, amigos. Seja o que todos fazem mesmo. Viver esses sonhos dos outros e depois dos 25 ajuntar as trouxas (todos trouxas) e casar, ter filhos, uma casa e um cachorro linguicinha. Sei bem que o padre da São João Batista não soube explica por que em 2008, Rio do Sul teve 200 casamentos, 100 separações e 99 divórcios, nem eu saberia, quem sabe a vida me explique.

Só não tiro da cabeça que o que devemos escolher, por essa passagem curta pela terra, seja a vida que vale ser VIVIDA por você… pelos seus sonhos, pelos seus passos, seus desejos e pela parte sua ansiosa que tem sede de conquistar! Se Shakespeare diria “Coma, beba e divirta-te, você morrerá amanhã!” Eu diria “Corra, viaje e ria-te, você viverá o hoje!”… Agora…

Quem sabe haja alguém aí no blog pra me dar uns conselhos. Alguém que viveu mais que eu e diga… qual das suas vidas valeu a pena ser vivida, sem medida, sem saída… agora.





11 10 2009

por que andou no vale do rio da morte…
e nada te atingiu tanto quanto vc mesmo…

eu





Melhores Links

28 06 2009




PERDOA-ME POR ME TRAÍRES Por Nelson Rodrigues

13 06 2009

Pior traição é trair seus desejos, sua vontade de viver, nessa vida tão fatídica e curta… Oportunidades que passam e não sonhamos, não vivemos…  (Cristian Stassun) e sobramos como a música do Raul (medo da chuva):

“Como as pedras imóveis na praia
Eu fico ao teu lado
Sem saber dos amores que a vida me trouxe
E eu não pude viver”

“Aprendi o segredo, o segredo
O segredo da vida
Vendo as pedras que choram sozinhas
No mesmo lugar”

PERDOA-ME POR ME TRAÍRES

Por Nelson Rodrigues – tragédia de costumes em três atos (1957)

GILBERTO Recuso! Eu não acredito em provas, eu não acredito em fatos e só acredito

na criatura nua e só.

TIO RAUL Mas é uma adúltera.

GILBERTO A adúltera é mais pura porque está salva do desejo que apodrecia nela.

GILBERTO [...] Quantas coisas deixamos de amar, quantas coisas esquecemos de amar. Mas chego aqui e vejo o quê? Que ninguém ama ninguém, que ninguém sabe amar

ninguém. Então é preciso trair sempre, na esperança do amor impossível. (agarra o

irmão) Tudo é falta de amor: um câncer no seio ou um simples eczema é o amor não

possuído!

TIO RAUL (Contido) — E, finalmente, qual é a conclusão?

MÃE (Para si mesma) — Meu filho não diz coisa com coisa…

GILBERTO É que Judite não é culpada de nada! E, se traiu, o culpado sou eu, culpado

de ser traído! Eu o canalha!

TIO RAUL (Segura Gilberto pelos braços e sacode-o) — Tua cura é um blefe. A tua

generosidade, doença! Agora sim, é que estás louco!

GILBERTO (Recuando) — Vocês exigem o quê, de mim?

TIO RAUL O castigo de tua mulher?

MÃE Humilha bastante!

PRIMEIRO IRMÃO Marca-lhe o rosto!

GILBERTO Devo castigá-la eu mesmo? Na frente de vocês? (com súbita exaltação)

Judite! Judite! (para os outros) Vocês vão ver! Vocês vão assistir! (grita) Judite! Judite!

JUDITE (Aparece, em pânico) — Que foi, meu Deus do céu?

(Silêncio geral. E, fora então, de si, o marido atira-se aos pés de Judite)

GILBERTO (Num soluço imenso) Perdoa-me por me traíres!

JUDITE (Desprende-se num repelão selvagem) (apontando) Está louco!

GILBERTO (Sem ouví-la) Perdoa-me!

JUDITE (Para a família) — Não está em si! Eu não traí ninguém!

TIO RAUL (Para a família que se agita) — Ninguém se meta! Ninguém diga nada!

(para a cunhada, caricioso e hediondo) Pode falar, Judite! Quer dizer que você concorda

conosco? Acha também que seu marido recaiu, digamos assim?

GILBERTO Não responda, Judite!

JUDITE Mas é evidente que está alterado… E, depois não tem cabimento: diz

“Perdoa-me por me traíres”, ora veja!

TIO RAUL E acha que êle deve ser internado, não acha Judite? Diga para a sua sogra,

seus cunhados, diga Judite!

JUDITE (Crispada e com certa vergonha) — Deve ser internado!

TIO RAUL (Rápido e violento) — Vocês me ajudem!

GILBERTO Mas que é isso?

(Gilberto é seguro, primeiro por Raul e, em seguida, pelos outros. O doente

esperneia e soluça)

MÃE Cuidado, não machuquem meu filho!

GILBERTO Amar é ser fiel a quem nos trai!

TIO RAUL (Arquejante) — É preciso! Você não pode ficar sôlto! (para os outros)

Ponham num táxi e levem para a casa de saúde, já!

GILBERTO (Aos berros) — Não se abandona uma adúltera!

MÃE (Chorando) — Você vai ficar bom, Gilberto!

(Saem Gilberto e os outros. Ficam Raul, D. Nieta e Judite)

JUDITE Eu não entendo porque os médicos deram alta!

TIO RAUL (Está de costas para ela) — Judite, por obséquio, quer trazer um copo de

água?

JUDITE Mineral ou do filtro?

TIO RAUL Do filtro. Meio copo basta.

(Judite sai de cena)

MÃE (No seu ódio, acompanhando-a com o olhar) — Como é limpa, como é cheirosa!

Imagina tu que ela própria me disse que fazia a higiene íntima três vêzes por dia, se tem

cabimento! Tanto asseio não havia de ser para o marido, duvido!

TIO RAUL (Saturado) — Mamãe, o problema não é êsse, mamãe. Eu resolvo tudo,

pode deixar. E saia um momento; espera lá fora, sim mamãe?

MÃE Humilha, ofende, mas sem violência. Violência, não. Nada de bater.

(Sai. Judite reaparece com o copo de água. Raul apanha o copo)

JUDITE Isso me estragou o dia.

TIO RAUL Obrigado, Judite. Estragou o dia, acredito. Primeiro vou adicionar isso

aqui… (está pondo um pózinho) um marido internado é muito repousante… (sóbrio e

inapelável) Agora, toma!

JUDITE (Recuando) — Para mim?

TIO RAUL Segura!

JUDITE (Está com as mãos para trás) — Mas que é isso?

TIO RAUL (Ainda contido) — Adivinha!

JUDITE (Com esgar de chôro) — Remédio?

TIO RAUL Veneno.

JUDITE (Com voz estrangulada) — Você enlouqueceu?

TIO RAUL Estou no lugar do irmão louco. Negas que tens um amante?

JUDITE Nego. E você não é meu marido!

TIO RAUL Te direi um detalhe, um detalhe só, e verás que é inútil mentir. (com um

riso estrangulado) É verdade ou não que teu amante exige que lhe digas pornografias?

(exultante) E não te contarei como soube disso, não! Talvez espiando no buraco da

fechadura, ou ouvindo nas portas! (corta o riso vil) Agora confessa a mim, antes de

morrer: tens um amante?

JUDITE (Com um riso soluçante) Um amante? Um só? Sabes de um e não

sabes dos outros? (violenta e viril) Olha: vai dizer a tua mãe, a teus irmãos, às tuas tias —

fui com muitos, fui com tantos! (súbitamente grave e terna) Já me entreguei até por um

bom-dia! E outra coisa que tu não sabes: adoro meninos na idade das espinhas!

TIO RAUL (Num soluço) — Ou te matas ou te mato! Bebe!

JUDITE (Mudando de tom, quebrando a voz num soluço) Eu me arrependo do

marido, não me arrependo dos amantes! (apanha o copo que vai levando à bôca,

lentamente. Enrouquecida.) — Minha filha!

(Judite bebe de uma só vez. Em seguida larga o copo que se estilhaça no

chão. Cai de joelhos, com as entranhas em fogo e tem um gemido grosso,

de homem. Ainda agoniza quando o exausto Raul vai encontrar-se com a

mãe)

MÃE Passaste-lhe uma boa descompostura?

TIO RAUL (Exausto de odiar e quase doce) — Ela não trairá nunca mais…





14 05 2009

Você já faz parte do meu tempo. Cristian Stassun





12 05 2009

Pegar a menina… e dizer.. vemmmm cá!
esquece o que falamos..
te quero de qualquer jeito
e pronto.
e ponto.
e tonto.
e conto… e toda poesia…

aaahhh é agoraaaa! heheheh





Soltas…

6 05 2009

não vou falar muito mesmo de você, e eu achando aquilo tudo lindo, não hoje, talvez sempre. Sim, quero rir mais aquela risada que faça eu ficar feliz! me deixe bem e em paz. te quero perto , desses encontros não marcados e do seu melhor abraço. alias, deixe-me perto dos seus braços. E depois na hora de ir, ao chegar em casa poder perceber que o seu perfume ficou em mim..
é de ficar pensando…
e se fosse diferente.





… E VOLTO TODOS OS DIAS.

21 04 2009

Amo duas vezes, sinto todos os corpos deitados, como num excesso de luz.
Tenho no coração todos os meses, boca cheia de dizeres rejeitados, pequena embriaguez que se seduz.

De quem não cresceu, de quem rouba outros silêncios sinceros, as palavras que você não consegue enxergar.
Pois essas frases escondi em mim, de pedras e vazios desertos, do beijo meigo que meus lábios nunca vão te dar.

Sou esse incomodado, sem remédios, que dá voltas na solidão.
Sem realidade, os meus pés invadem esses domingos, cravam raízes no chão
Me carregam solto, novamente o dizer que eu estava morto, numa briga ligeira onde só havia escuridão.

Sem rimas fáceis, sem meu violão de três cordas, paisagens quebradas,
sem direito de escolher, sem o dinheiro, sem saber ao certo se era o amor que me roubavas,

sem as roupas brancas que do meu corpo arrancavas, reveillons passados, corpos em ondas vazias,
eu já nem vivo mesmo todos os dias. Eu já nem vivo essas alegrias que as propagandas cantavam…

O tempo que me toma como um doente, que não se detém, uma feiticeira e seu açoite,

A terra que abre meu desejo com seus grãos de febre, seu sopro, seu suor, meu corpo em fraqueza nessa noite.
Em seus cabelos negros de rodas espessas, que me giram tonto em tantos espaços de viver,
E eu aqui, ainda sincero me perco, me salvo, minhas lágrimas não sabem para onde sofrer.

Foi por você que naquela tarde de sol quente, abandonei a casa dos meus pais,
Meus olhos voltados pra frente, meus anos deixados para trás…

Foi por você que deixei de viver nesse palco de palhaços,
Foi por você, que o tempo me disse o que não percebia
Para nascer todos os dias felizes em seus braços
Nunca mais me afastar desses versos de covardia

Vou gritar a todos e dar o rumo ao meus passos

De te amar a esmo, mesmo e muito, todos os dias…

(Cristian Stassun – 24/09/2007)





10 04 2009

Acumula essas suas críticas e atira a primeira pedra. Cristian Stassun





7 04 2009

Minha lei acabou sendo por anos…

Paixão pela beleza, amor pelo conteúdo…

E houve um dia que alguém desafiou minha frase…

Por que não inverter essa ordem?

“Amor pelo conteúdo, paixão pela beleza?”

Olhe primeiro o conteúdo, o que a pessoa oferece, que depois a beleza da pessoa vai transformar-se, fazer-te apaixonar… Valeu Fanni…





28 03 2009

Fale alguma coisa, por favor, então suspire. Porque… eu não consigo beijar o silêncio.





13 02 2009

“Cada escolha, uma renúncia!”

Parafraseando Sartre…

“Eu prefiro a renúncia, do que esperar pra escolher…”

Tempus fugit…





1 02 2009

Essa gente… essas pessoas… mentiras sinceras ainda salvam… e eu, só penso essas besteiras que não saem mais da minha cabeça.





21 01 2009

Você quer ter direito de consumir felicidade sem produzí-la? Pense… qual e quanta felicidade você gera para as outras pessoas?





21 01 2009

Tudo que eu falo é copiado de alguém, eu li, aprendi ou escutei por aí… porém o arranjo é todo meu!

Quando eu transmito, a ordem, partes escolhidas, a forma do que falo com o momento certo a ser falado é de minha autoria. Porém isso não é um bem, não tenho posse dele, por isso estou longe de ser dono desses arranjos.

Não invento nada, não sou dono do mundo e quem quiser me possuir possua. Mamãe quando criança dizia bem o contrário… era tempo que podia tudo… hoje só cantar: …

“heheh vida de gadooo, ÔÔH!”